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31 de jul. de 2011

Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2


   Finalmente o final. Soou estranho isso, vamos dar uma mudada. Depois de 7 filmes e milhões de dólares arrecadados, a franquia Potter chega ao fim. J.K. Rowling deu um tiro no escuro e se tornou por 2 ou 3 anos consecutivos a autora mais bem paga do mundo. No 4º filme, ela já tinha mais de US$ 1 bilhão na conta, ou seja, tá sossegada até o fim da vida. E claro que o final de uma franquia de tanto sucesso só poderia ser um estrondoso sucesso de bilheterias, arrebentando com os demais filmes, certo? Sim, em partes. Em sua 1ª semana Potter já tinha 480 milhões de arrecadação nas bilheterias. Entretanto isso não prova que o filme é bom [vide Avatar]. Sim caros amigos e amigas, tenho que dizer que fiquei decepcionado com o final. E são vários os pontos negativos.

11 de set. de 2010

Elizabeth: A Era de Ouro


   Elizabeth corre o mesmo risco de filmes como Alexandre ou Tróia, ou seja, acabar distorcendo os verdadeiros fatos, já que há um grande período de tempo entre o ocorrido e a pesquisa para o filme. Fazer filmes desse tipo é complicado e arriscado. Entretanto Elizabeth traz com detalhes a Era de Ouro da Inglaterra.

14 de fev. de 2010

300 - This is Sparta!

  
  Bom, todos já devem ter visto 300, ou pelo menos uma parte do filme. A história dos 300 espartanos que vão guerrear contra centenas de milhares de persas, sob comando de Santoro, ops, Xerxes e que morrem. Isso, e apenas isso, é a história. Pessoalmente, não gostei do contraste excessivo do filme, acaba ficando muito forte em certas partes. A sombra é muito escura e a luz do dia parece a de um refletor. Ok, ok, o filme foi praticamente feito naquelas telas azuis ou verdes, popularmente conhecidas como cromaqui, mas que seja, faça algo melhor.
   Fora isso a história é a mesma dos outros épicos que se passam na antiguidade. Quer ver? Em Tróia, qual é o foco? Exato, a guerra de tróia. E em Alexandre? É, a mesma coisa, mais uma guerra. Que tal então Gladiador? sim, mais uma guerra. Ou seja, o tema do 300 é... uma guerra. Surpreso? Por isso não me surpreendi quanto a 300. Não há diferença. São espadas, escudos, sangue, alguma parte do corpo cortada em close, envolvendo reinos inimigos, geralmente por terras.
   Continuemos. Um efeito que me chamou a atenção foi aquele em que uma ação está em câmera lenta, aí fica rápida demais, e volta a ficar lenta. É interessante, embora confuso. Ah, temos um brasileiro no filme, Rodrigo Santoro está lá, como Xerxes. Teve que emagrecer 12 dos quilos que nem possui para encarnar o rei da Pérsia. Orgulho para o Brasil em ter um de nós em um filme tão bem falado? Não, é bom pra ele.

Leonidas, rei de Esparta, recebendo uma massagem relaxante
de Xerxes, rei da Pérsia.
   Novamente sobre o contraste: talvez o filme não funcionasse se não estivesse como está. Talvez este forte contraste seja usado para criar um clima mais "real", mas que seja, não gostei. Se o filme fosse como Tróia, talvez ficasse melhor. Resumindo: não é de todo ruim. História repetida, efeitos "mais ou menos", contraste ridículo, mas não sei porquê o filme chama a atenção. Parece que algo o chama para ver, mesmo se não tenha gostado do filme.


NOTA FINAL PARA 300: