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19 de jul. de 2010

Toy Story 3


   Após 11 anos desde o último filme, Toy Story volta aos cinemas em 3d e com uma tecnologia de animação mais avançada. Diferente dos outros dois filmes, Toy Story 3 muda em alguns aspectos o roteiro. Uma mudança importante foi o foco do filme ficar apenas nos brinquedos. Nos filmes anteriores mostrava a interação dos brinquedos com Andy ou outras crianças. Neste ainda há esta interação, mas apenas como um complemento, não é realmente o foco do filme. Agora os brinquedos do Andy têm que interagir com outros brinquedos, o que melhora a história, afinal você não vai assistir Toy Story para ver Andy ou outra criança, mas sim para ver os brinquedos.

26 de fev. de 2010

Queime depois de ler - Melhor modo de queimar um filme



   Queime depois de ler é um filme, digamos, mediano. Ok, o filme foi muito conceituado como uma grande comédia, onde veríamos atores moldados como Pitt e Clooney se libertando e atuando sinceramente. Pode até ter acontecido isso, mas não achei graça no filme. Pelo que me lembro, esbocei um sorriso leve em algumas cenas de Pitt como o personal trainer bobo que dança com seu Ipod em qualquer lugar. Continuando, o filme no começo é interessante, te chama a atenção, mas a partir do meio, tudo se mistura e acaba ficando confuso. Acho que é por isso que a comédia neste filme fica ruim. Me senti vendo a Sessão da Tarde. #prontofalei
   Osbourne Cox (John Malkovich) é um analista que trabalha para a CIA. Ao chegar em uma reunião ultra-secreta ele descobre que foi demitido. Revoltado, ele resolve se dedicar à bebida e a escrever um livro de memórias. Katie (Tilda Swinton), sua esposa, fica espantada ao saber da demissão de Osbourne, mas logo deixa o assunto de lado por estar mais interessada em Harry Pfarrer (George Clooney), um investigador federal casado que é também seu amante. Paralelamente Linda Litzke (Frances McDormand), funcionária de uma rede de academias, faz planos para uma grande cirurgia plástica que deseja realizar. Ela tem em Chad Feldheimer (Brad Pitt), um professor da academia, seu melhor amigo. Até que um dia um CD perdido cai nas mãos de Linda e Chad, entregue por um faxineiro da academia. Ao perceberem que se trata de material confidencial, eles ligam para Osbourne Cox tentando conseguir dinheiro para evitar que seu conteúdo seja divulgado. (fonte: Adoro Cinema)




   Como pode ser visto, temos 5 personagens principais, e no final todos morrem. Ah, menos a Linda que recebe dinheiro do governo americano para não divulgar os "dados secretos" e aí faz a plástica que sempre quis e some do mundo. Outro detalhe importante, quando você menos espera, o filme acaba e você fica com o sentimento que falta algo, que nada foi resolvido. Quero dizer que, 4 pessoas morrem e não acontece nada, tudo fica na maior paz. E o plano de fundo de uma Guerra Fria moderna foi muito forçado, embora os teóricos de conspiração ainda acreditarem nisso, mas tudo bem.
   Sinceramente, não foi o melhor filme que já vi, mas também não chega a ser o pior, está em um meio termo. A coisas ruins e coisas menos ruins, coisas boas não existem neste filme. Quando comecei a escrever sobre Queime depois de ler, eu tinha iniciado com "é o pior filme que já vi". Admito, foi exagero, ainda mais depois de ter visto O lobisomem, que será dito talvez na semana que vem. Bem, o fato que Queime não é um bom filme e não mereceu todo alarde que teve.


NOTA FINAL PARA QUEIME DEPOIS DE LER:

4 de fev. de 2010

Sim senhor - sim, sim, sim


   Após o convite de um amigo, Carl Allen decide ir em um culto de auto-ajuda, que tem por base dizer sim a qualquer coisa que lhe aconteça ou ofereçam. Ao seguir este preceito a vida de Carl começa a mudar, fazendo com que seja promovido e conheça Allison, por quem se apaixona. Porém ao tentar aproveitar todas as oportunidades que lhe surgem Carl começa a notar que tudo que é em excesso pode também cansar. (fonte: Adoro Cinema)
    Vou falar mais do Jim Carrey do que do filme, apesar de analisá-lo também. Jim Carrey é um renomado humorista canadense, sempre associado a Ace Ventura, O máscara e Todo Poderoso. É considerado um dos mestres da comédia, junto com vários outros nomes. Entretanto no Sim senhor, Jim parece ter perdido um pouco de sua graça. Tudo bem, o filme é engraçado e tal mas, sei lá, comparando rapidamente os filmes antigos dele, Sim senhor parece um filme um pouco parado para Jim.


   Sou de verdade grande fã do Jim, gosto de vários filmes dele e tal, mas confesso que me desapontei um pouco com Sim senhor. Acho que esperava mais do filme por ter o Jim como protagonista. Certo, como eu disse, o filme é engraçado, mas está abaixo do nível de Jim. Acho que está na hora de começar a investir em filmes como Número 23, um papel mais forte, mais sério. Gostei muito da atuação de JIm no 23, achei que mesmo sendo um ator de comédia, ele conseguiu fazer com que deixássemos essa imagem de lado.
   Desde Todo Poderoso, creio eu, Jim já estava abrindo caminho para se "sucessor": Steve Carell. Steve cresceu no Todo Poderoso e se destacou de tal maneira que a continuação do filme foi feita por ele, além de Agente 96, outro filme ótimo e a série The Office. Steve está sendo o que Jim foi no começo, um ator de comédia corporal, de gestos, rostos e tal. Jim ficou mais piadista e isso não funciona para ele.


   Vamos ao filme propriamente dito. Sim senhor tem tudo para ser um bom filme de comédia. Você não se mata de rir, mas também não fica como uma estátua. Os sufocos que Carl tem que passar por só dizer sim são engraçados, embora no fundo de tudo tenha a mensagem social "aprenda a dizer sim à vida, para que possa aproveitá-la". Ok ok, vamos dizer sim à vida, mas não exagere. Diga não à algumas coisas como "pode me dar todo seu dinheiro?" ou "quer jogar esta pedra na vidraça do banco?", e essas são algumas perguntas do filme. Em resumo: Sim senhor é um bom filme de comédia, mas Jim, infelizmente, já passou da época.



NOTA FINAL PARA SIM SENHOR:

29 de jan. de 2010

O diabo veste Prada - A moda em xeque


  O diabo veste Prada é o típico filme cinderela, a personagem principal é "feia-gorda-desleixada" e que ao decorrer do filme, se transforma em uma top model. Nisso não há dúvida. Mas esse filme vai além, criticando a ditadura da beleza e valorizando o profissionalismo. Sem contar do grande elenco, como Meryl Streep e Anne Hathaway e uma pontinha minúscula, quase imperceptível de Gisele Bündchen.
  Vamos ao filme. Andrea é uma recém formada jornalista que sonha em trabalhar para um grande jornal nova iorquino, mas não tem muito sucesso. Então é chamada por uma editora de revistas, a Elias-Clark, e assim acaba entrando pro universo da Runnay, uma badalada revista de moda. A editora chefe, Miranda, é a personificação da crueldade na terra e pede coisas impossíveis de serem obtidas, como o manuscrito do livro do Harry Potter.
   Entre pedidos de roupas e esculachos pelo modo de vestir, Andrea aprende a domar a chefe, sendo a mais profissional da revista. Miranda acaba gostando de Andrea e a convida para a Paris Fashion Week, o evento de maior importância para a revista. Mas para ir, Andrea tem que por à prova sua recém amiozade com a outra assistente, Emily, dizendo que ela vai à Paris no lugar dela. Isso não foi bem aceito por Emily, por que ela ficou praticamente em pele e osso para ir para Paris. Além disto, a vida pessoal de Andrea acaba, perde amigos e o namorado, tudo por culpa da chefe. Ao final, Andrea é aceita por Miranda, mas Andrea desiste do trabalho e acaba indo trabalha para um jornal.


   O legal deste filme é mostrar como o mundo da moda realmente é, não só modelos magras desfilando roupas caras, e sim um árduo trabalho por trás, para selecionar peças, escolher modelos, definir capas e tudo mais. Anne Hathaway dá o toque jovem a trama, com sua evolução de patinho feio para super model (convenhamos, ela é especialista nisso, é só ver O diário da princesa 1 e 2). Além da fabulosa Meryl Streep, com toda sua experiência. Se a chefe deveria ser o diabo na terra, não conseguiram, por que Meryl fez melhor, ela deu um ar humano, mas mesmo assim super cruel.
   Particularmente, antes do filme não tinha noção alguma de moda, não que tenha melhorado algo, mas deu uma certa clareza no que realmente é a moda. Mas que isso, o filme mostra como não podemos nos orientar na aparência e sim no conteúdo de cada um. Mas falemos de Gisele, sim senhoras e senhores, Gisele Bündchen está no filme, mas não espere ela desilando, ao contrário, ela apareceu exatas duas vezes em todo o filme e fala exatas 4 frases. Apenas isso. Lamental. u.u

Sim, a de óculos é a Gisele

   Mas whatever, quem precisa da Gisele quando se tem uma boa história e um bom elenco, não é? Enfim, vamos seguir em frente. Outra grande participação nem tão grande assim é a de Val Valentino. Exato, o estilista. Agora você deve se perguntar, por que diabos colocaram o Val Valentino no filme? Bom, colocaram por que ele se convidou. Isso mesmo, Valentino pediu para participar do filme. Conclusão: uma das cenas é de um desfile de Valentino, onde a Miranda se encontra com o mesmo nos bastidores. tsc tsc Resumindo: O diabo veste Prada é um filme com moral no final e tudo mais, vale a pena ser visto.

Quer um emprego?

NOTA FINAL PARA O DIABO VESTE PRADA: